quarta-feira, 22 de maio de 2013

Resenha: A Hospedeira, Stephenie Meyer


"Nosso planeta foi dominado por um inimigo que não pode ser detectado. Os humanos se tornaram hospedeiros dos invasores: suas mentes são extraídas, enquanto seus corpos permanecem intactos e prosseguem suas vidas aparentemente sem alteração. A maior parte da humanidade sucumbiu a tal processo. Quando Melanie, um dos humanos "selvagens" que ainda restam, é capturada, ela tem certeza de que será seu fim. Peregrina, a "alma" invasora designada para o corpo de Melanie, foi alertada sobre os desafios de viver dentro de um ser humano: as emoções irresistíveis, o excesso de sensações, a persistência das lembranças e das memórias vívidas. Mas há uma dificuldade que Peregrina não esperava: a antiga ocupante de seu corpo se recusa a desistir da posse de sua mente. Peregrina investiga os pensamentos de Melanie com o objetivo de descobrir o paradeiro dos remanescentes da resistência humana. Entretanto, Melanie ocupa a mente de sua invasora com visões do homem que ama: Jared, que continua a viver escondido. Incapaz de se separar dos desejos de seu corpo, Peregrina começa a se sentir intensamente atraída por alguém a quem foi submetida por uma espécie de exposição forçada. Quando os acontecimentos fazem de Melanie e Peregrina improváveis aliadas, elas partem em uma busca incerta e perigosa do homem que ambas amam."

Pois bem, eu queria comprar um livro que unisse o útil ao agradável, ou seja, que me ajudasse no espanhol (sim, eu li em espanhol) e que fosse uma leitura agradável. Comprei este pois estava por uns 16 reais, é um livro grande, e também por ter visto alguns elogios sobre ele. 

Porém, quando vi a classificação média dos usuários do Skoob, fiquei com um pé atrás, quase me arrependendo de ter comprado o tal livro alienígena da Stephenie Meyer.

Comecei a ler, e vi que não era tão ruim assim. Havia umas partes bem paradinhas, não muuuito interessantes, mas nada ruim. Do meio do livro até o final, ele melhora muuito, do tipo preciso-saber-o-que-acontece. O companheirismo da Melanie e da Wanderer (Peregrina), a sutil aproximação do Ian, e esse conflito inevitável de duas pessoas queridas dividindo o mesmo corpo, fazem de The Host uma boa leitura. Sabe esse sentimento de "como vão resolver isso?"? Então, achei muito bem feito.

Aliás, é assim que eu me sinto em relação ao filme: como irão fazer a voz da Melanie na cabeça da Wanda (Peg)?

Enfim, só gostaria de adicionar que é bem mais que uma história romântica; o enredo é mais existencial, com a mensagem de que pessoas diferentes podem e devem conviver juntas. É tudo uma questão de alma e amor.

Recomendo.

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