quarta-feira, 5 de junho de 2013

Sobre um fim

Eu me recordo ora com saudade, ora com tristeza, ou ainda felicidade, raiva, frustração, indignação. Eu me recordo de quando ela ainda estava do meu lado, de quando eu ainda tinha a tal por minha melhor amiga.

E, afinal, quando foi que o ponto e vírgula veio? Pois é assim que eu vejo nossa história, cara amiga: nem acabada nem andando normalmente. Em qual momento a nossa animação foi se desfazendo, quando foi que nos esquecemos uma das outras? E será que esquecemos?

Eu ainda não. Não totalmente.

É nessa incerteza que a gente anda vivendo, você não consegue ver? Meias afirmações, promessas vazias, encontros distantes. Afinal, o que é que há? Eu estou em urgência de saber. Mas talvez essa questão não te afete tanto, por ter conseguido pessoas, que, admito, são maravilhosas, como amigos. Eu fiquei sem espaço, certo?

Eu me sinto uma idiota por ainda insistir. Pessoas crescem, e às vezes crescem separadas uma das outras. Normal. Porém, ao mesmo tempo que não consigo mais te chamar de melhor amiga, não me conformo em ter de dizer adeus àquelas conversas, àquelas risadas, àquela amizade.

E pra terminar esse despejo de pensamentos: I need you to set me free ♪

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